Sabe aquelas histórias que sempre fazemos questão de lembrar ou até mesmo conta-las quantas vezes for nescessário, apenas para lembrarmos dos detalhes que marcam tais histórias como as palavras ditas e não ditas, os minutos de silêncio logo acompanhados por um leve sorriso; sutil e meio tímido ou até mesmo o cheiro do vento que soprou no seu rosto como também a sensação de gostas de chuva tocando a superfície da pele como umdoce afago depois de
um suspiro cansado.
Histórias assim possuem a capacidade de tirar o nosso fôlego, nos levando à uma viagem que passa pelas paisagens de nosso passado, sem parar para dar carona ao realismo transcedente que tenta amarrar o pensamento dos que sonham.
Aprendi com o tempo que as histórias não se definem simplesmente pelo final que possam ter, mas pelo início e meio que, ao serem verdadeiros, não terminam em uma palavra de três letras.
Dentre tantas histórias que possuimos, sempre haverá aquela que é presente , que nos espera pelas estações da vida, que está ali ao dobrarmos a esquina em dias comuns e que guarda um lugar ao seu lado ao entrarmos em um ônibus vazio.
Contar uma história sem ao menos a ter vivido é como comprar um livro sem a intenção de lê-lo, apenas para guarda-lo na estante junto a tantos outros que não foram tocados ou até mesmo querer bigrafa-lo sem saber o título. Acredito que a morte de uma história é quando mediante aos seus mares revoltos de ondas profundas, preferimos mergulhar em um rio com início, meio e fim.
Mas como. mediante a sentimentos verdadeiros, viver uma história que pode ser incerta, improvável ou insegura?
William Shakespeare certa vez disse: "Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o que, com freqüência, poderíamos ganhar, por simples medo de arriscar."
O verdadeiro valor de uma história não está no seu fim propriamente cumprido, mas no que se viveu e no quanto se vive ao não permitir que ela não morra diante das circunstâcias.
By: Firmado na vontade de Deus, ERIC NOBRE

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